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Relatório do TCU vê irregularidades em três obras na Bahia

Tribuna da Bahia

No Sudoeste, Tribunal verificou irregularidades no fornecimento dos trilhos para a ferrovia Oeste-Leste.

Canteiro de obras da FIOL: superfaturamento e sobrepreço são as principais irregularidades

O Tribunal de Contas da União (TCU) pediu a paralisação de 26 obras federais, a maior parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O presidente do tribunal, Benjamin Zimler, foi ontem ao Senado entregar o relatório Fiscalizações de Obras Públicas (Fiscobras) do TCU, acompanhado do ministro relator, Raimundo Carreiro. Segundo o relatório, das 26 obras onde o TCU encontrou irregularidades “gravíssimas”, 11 são reincidentes do ano passado, quando um acordo evitou a paralisação delas. As demais são empreendimentos deste ano.

“Os maiores problemas que nós encontramos são superfaturamento e sobrepreço”, disse Carreiro. Para ele, são comuns falhas nos projetos e nos editais de licitação, que acabam por provocar irregularidades durante a execução da obra.

Apesar disso, os ministros ressaltaram que os problemas têm sido corrigidos na maior parte das vezes. Segundo o presidente do TCU, cerca de R$ 2 bilhões vão ser economizados este ano por órgãos da administração federal que adotaram procedimentos recomendados pela corte. “Os erros existem e podem ser corrigidos”, disse Zimler.

Na Bahia, entre as obras identificadas estão a adequação de Trecho Rodoviário – Divisa SE/BA – Entroncamento BR-324/BA – na BR-101, no Estado da Bahia, construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, no trecho Caetité-Barreiras, e construção de Ferrovia – Fornecimento de Trilhos.



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